sexta-feira, 19 de março de 2010

Memórias de Uma Gueixa

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MEMÓRIAS DE UMA GUEIXA
Autor: Arthur Golden
Editora: Imago
Ano: 1997
3ª Edição (2006)
Número de Páginas: 460
Tradução: Lya Luft
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Este livro foi publicado em 1997 por Artur Golden, e está na terceira edição de 2006. O livro é de uma riqueza apaixonante. Ele abre para nós a cultura e a história do Japão, nos apresentando um mundo onde é muito normal leiloar-se a virgindade de uma menina. Para as gueixas o amor era um sonho inatingível: uma ilusão. Elas eram treinadas para encantar e enfeitiçar os homens mais poderosos e ricos.
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Conta a história da vida da menina Chio, que vivia numa casinha pobre numa aldeia de pescadores e sua caminhada até Kioto, para se tornar uma das mais populares gueixas do Japão de 1930, transportando os leitores para o país nos seus tempos de glória.
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É uma história envolvente, rica em detalhes. Você mergulha nas tradições ancestrais japonesas, encanta-se com as cerimônias do chá... os rituais de maquilagem e vestimentas... aprofundando-se no mundo glamouroso que era a vida das gueixas no país antes da guerra.
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É um desses livros inesquecíveis. Se você acha que gueixas são prostitutas vai perceber que está redondamente enganado! Você vai se encantar e aprender muito sobre a cultura, amor e vida.

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4 comentários:

  1. Vi o filme ,nao sei se é o mesmo, nao lembro com detalhes, achei um filme triste e bonito.
    Gostaria de ler o livro sim.
    bom sábado
    abraços

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  2. Eu gostei muito desse livro, Dalva. Eu o li assim que saiu.


    Estou vindo te convidar para ler a entrevista de uma autora brasileira bem legal.
    Aqui neste link.

    http://www.elasestaolendo.blogspot.com/

    Um beijao Georgia

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  3. Vi o filme, tem uma fotografia bonita e delicada. O otiente é mesmo um outro mundo e abir os olhos para compreendê-lo é interessante.

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  4. Já vi o filme várias vezes mas ainda não li o livro.
    Tenho vontade sim!
    Obrigada por compartilhar mais uma leitura conosco.
    Beijos Tempestuosos!

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"Há demonstrações de carinho que nos imensam!"

Manoel de Barros