.

.
Da grande página aberta do teu corpo
sai um sol verde um olhar nu no silêncio de metal
uma nódoa no teu peito de água clara
.

.
Pela janela vejo a pequenina mão de um insecto escuro
percorrer a madeira no momento intacto
meus braços agitam-se como uma bandeira em brasa ó favos de sol
.

.
Da grande página aberta sai a água de um chão vermelho
e doces saem os lábios de laranja beijo a beijo
o grande sismo do silêncio em que soberba cais
vencida flor.
.

.
António Ramos Rosa
.

.
.
Coloridamente poético.
ResponderExcluirSempre me encanto aqui com tuas novidades lindas e bnbem diferentes!beijos,chica
ResponderExcluirBelíssimas imagens...adorei.
ResponderExcluirabraços
de luz e paz
Hugo
Mas bah, Dalva.
ResponderExcluirLindos o texto e as imagens, lamentavelmente o link é só para convidados.
Abração.
Fabuloso este post!
ResponderExcluirBjs
Que texto lindo!
ResponderExcluirHá muito otimismo aqui.
Milhões de beijos