domingo, 28 de fevereiro de 2010

E porque hoje é domingo...

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Tinha vontade de fazer uma enquete aqui neste post:
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QUAL O MELHOR DIA DA SEMANA?
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1. Sexta-feira, depois das seis horas da tarde? ( )
2. Sábado? ( )
3. Domingo? ( )
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Prá mim existe um "empate técnico". Não há como não se sentir verdadeiramente revigorado na sexta-feira à noite, depois do trabalho. Clarice Lispector definiu o sábado como "a rosa da semana". E domingo?! Quem é que não daria qualquer coisa por um domingo a mais na semana?
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Nada contra os outros dias da semana... Acordar cedo na segunda-feira de manhã, sair apressado para levar as crianças na escola, enfrentar o trânsito louco da cidade, chegar quase sempre atrasado no trabalho depois de duas horas dentro de um ônibus que vai se arrastando ou de um trem lotado... Merece respeito, não?
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Mas o domingo é o "DIA"... dia de curtir a família, os amigos, dia de macarrão, de futebol...
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Domingo é, afinal, um dia apenas... para tanta coisa!!!
Corremos o risco de deixar a preguiça nos dominar e... pior: sermos seduzidos pelo sofá!
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Melhor então é se programar e fazer uma lista das "coisas de domingo":
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1. Macarronada (de preferência a da vovó, senão você corre o risco de comer "congelados")
2. Visita da familia (tios, primos, netos - as crianças certamente vão ficar coladas em frente ao computador e jogando o domingo inteiro!)
3. Futebol com os amigos (para os homens)
4. Ler o jornal (cuidado com os encartes da promoções, senão a segunda-feira vai ser um corre-corre às lojas e uma "derrota" nos cartões de crédito!)
5. Gugu, Faustão, Silvio Santos, Fantástico (melhor desligar a TV!)
6. Twitter (não pode faltar!)
7. "Enfiar a cara" nos livros (tem prova na segunda-feira!)
8. Ir à praia (não sem antes procurar no jornal a que está com as condições prá banho melhorzinhas...)
9. Duas horas de telefone com aquela sua amiga que te "caçou" a semana inteira e você não teve tempo (nem paciência) para escutar.
10. Piscina (no clube ou aquela inflável no quintal.)
11. Namorar muito!
12. Dormir a tarde toda!
13. Comprar frango assado na padaria (geralmente naquela que é mais longe de casa, porque o frango de lá é assado na brasa!)
14. Fazer faxina na casa (ai... ai... me livra dessa!)
15. Ir à igreja, ao templo, ao terreiro (enfim: cultivar a religiosidade.)
16. Blogar (e esperar pelos comentários... rsrsrs)
17. Torcer pelo seu time favorito.
18. Ouvir aquele CD que ficou esquecido...
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Abaixo um vídeo com a música dos Titãs que tem tudo a ver com domingo:
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BOM DOMINGO!!!
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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Seu jeito de olhar

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"Uma das coisas mais perigosas que podem nos acontecer é perder a capacidade de renovar o próprio olhar.
A vida da gente tem muito a ver com a nossa perspectiva."
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Ana Jácomo

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Clariceando...

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Feminino Plural - Um leque de opções

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Por aqui em terras brasileiras, mais especificamente cariocas, o calor é nosso companheiro o ano inteiro, não importa a estação.
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E graças a isso, as meninas estão tirando do baú da vovó um acessório que eu acho super charmoso: o leque. Dá prá compor "looks" bem femininos com ele.
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Segundo a consultora de moda do Senac Aissa Heu Basile, um dos responsáveis pela volta do leque é o filme Maria Antonieta, de Sofia Coppola, cujo figurino foi premiado com um Oscar.
A exuberante rainha da França, interpretada por Kirsten Dunst, desfila com o abano em várias cenas da fita. "Ele dá um ar de sensualidade à mulher e é uma forma elegante de se refrescar", afirma Aissa.
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UM OBJETO ORIGINALMENTE MASCULINO...
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Curiosamente, os homens usaram o leque primeiro que as mulheres. Eles o utilizavam tanto em rituais como em forma de poderosa ferramenta de combate. Posteriormente os leques ganharam outra funcionalidade e passaram a ser utilizados pelas mulheres.
Utilizado por faraós, samurais e damas da sociedade, o leque foi passando por várias atribuições e transformações.
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UM MEIO DE COMUNICAÇÃO...
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A moda dos leques foi evoluindo, ora com detalhes em ouro, madrepérola, com reproduções de obras de arte famosas, cenas da mitologia, letras de músicas e até mesmo propaganda política. O auge do uso dos leques com esses fins ocorreu durante a Revolução Francesa, quando textos revolucionários eram impressos nos mais finos leques que percorriam os salões elegantes.
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Nessa época, as mulheres, sempre tão controladas e reprimidas, logo inventaram uma linguagem dos leques para poderem se comunicar com seus pretendentes e amantes.
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O leque era um aliado na hora da paquera. Dependendo de sua posição, servia para mandar recados. Quando fechado, significa "só me olhe de longe"; aberto e imóvel, "baixei a guarda"; e na altura dos olhos, "não via a hora de te ver". Elas flertavam com os amantes e namorados utilizando a linguagem gestual dos leques.
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Alexander Roslin - Lady with the veil, 1768
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Confeccionados em renda, tecidos finos, plumas, recebendo fios de ouro e delicadas pinturas à mão, os leques eram peças de luxo e muito, muito caras. Hoje é possível em alguns museus encontrar peças dos séculos XVIII e XIX e perceber a riqueza do trabalho dos artesãos em construir os leques e retratar cenas com pinturas super detalhadas.
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A partir da década de 60, o leque foi cada vez mais caindo em desuso. Acredita-se que hoje ele é deixado de lado por conta do surgimento de ventiladores e ar condicionado.
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A Primeira Guerra Mundial deu uma tacada fatal nesse objeto tão feminino. Com a emancipação da mulher, que começou a dirigir automóveis, fumar cigarro, trabalhar nas fábricas e escritórios, o leque passou a ser considerado totalmente fútil e seu lado útil foi esquecido. Se você não tem muita disposição para andar com uma toalhinha e/ou já passou da idade dos práticos leques de papel que (pelo menos eu) fazíamos na escola, que tal tirá-lo do fundo do baú da vovó e darmos um ar mais charmoso ao nosso abano?
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E no mais puro estilo "eco-chique", aproveito para fazer um apelo ambiental, sugerindo a dica do publicitário Carvalho Jr., que ele classifica como "idéia simples, genial e interativa", e não está muito distante do que nossa mãe nos ensinava na infância...
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Economize energia, fazendo o seu próprio vento. E sinta a natureza mais perto...

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ruud van Empel

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Segunda edição aqui dos deslumbrantes trabalhos de Ruud van Empel, fotógrafo holandês.
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Nascido em 1958, ele vive e trabalha em Amsterdã. Suas obras são surrealistas e poéticas.
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Um trabalho surpreendente e encantador, marcado por cores vívidas, em alteração de escala e espaço.
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Suas fotos, feitas entre 2003 e 2006, foram montadas digitalmente.
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O enquadramento das cabeças, braços e pernas separadamente dá aos modelos a impressão de serem "bonecos"...
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Aqui a primeira postagem...

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