Com efeito, um amante apaixonado não vive mais em si mesmo, mas na pessoa que se apoderou do seu coração, e, quanto mais sai de si mesmo para transfundir-se no objeto do seu amor, tanto mais sente redobrar-se o seu prazer.
Erasmo de Rotterdam
In Elogio da Loucura
Pintura de Santiago Carbonell

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"Há demonstrações de carinho que nos imensam!"
Manoel de Barros