quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Cinza na alma



Nos dias de chuva as nuvens cobrem o céu e o cinza predomina.

Tem dias na nossa vida, que apesar do céu azul, nossa alma está cinza... chove no nosso pensamento e nosso peito fica apertado. Meio inexplicável isto: como pode sentir-se apertado se, na verdade, tudo isto é por conta de um vazio...? Acho que é a dor do “nada” que está lá.
Em dias assim, não adianta o sol brilhar no céu azul, a flor perfumar o jardim ou a luz da lua se refletir no mar... na alma e no peito só existe o cinza.
Hoje estou assim, e até me lembrei de uma frase de Fausto Wolff, em seu “A Milésima Segunda Noite”:

“Experimente explicar a uma barata a beleza de uma borboleta.”

Mas isto passa... 


3 comentários:

Georgia Aegerter disse...

É verdade, Dalva.

Há dias que é melhor nao sair da toca e deixar rolar.

Linda a imagem.

Bjos

Audrey Andrade disse...

Menina Dalva, há dias e dias, cores e cores... é bem verdade que o cinza dentro de nós não é a melhor cor, mas também tem seu brilho. Desejo-te um mundo colorido e perfumado, que o cinza seja apenas uma cor.

Meu carinho!

lis disse...

Oi Dalva
Obrigada pelas felicitações,
aniversariar nem sempre me agrada muito rs
perde-se mais que se ganha _em tempo e frescor! rs
Gostei da possibilidade da barata ver beleza na borboleta:-(
convenhamos que o contrário é que seria totalmente inexplicável rs
beijinhos kirida

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