quinta-feira, 5 de maio de 2016
Sobre a tal tolerância
domingo, 27 de abril de 2014
Nossos tempos
Crédito da imagem: Google
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Árvore Genealógica
domingo, 8 de novembro de 2009
Por nossas crianças...
As crianças da África vão perguntar:
- Mas o que é fome?
E as crianças americanas ou da África do Sul perguntarão:
- E o que é segregação racial?
As crianças japonesas perguntarão, curiosas:
- O que é bomba atômica?
E todas as crianças do mundo perguntarão:
- Guerra? O que é isto?”
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Debruyne
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O homem
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
13 de Maio - Dia da Abolição da Escravidão
segunda-feira, 9 de março de 2009
Inclusão social - Blogagem Coletiva
" Todos somos iguais e na realidade, as diferentes raças humanas se tornam algo superficial, já que todos nós viemos do mesmo lugar e possuímos um laço familiar com uma mesma mulher. A razão pela qual nos vemos diferentes uns aos outros deve-se a diferenças ambientais e a mudanças de nossa pele e cultura no decorrer dos anos... contudo, somos todos iguais!"
INCLUSÃO SOCIAL - PERIFERIA
No Rio de Janeiro existe atualmente mais de 700 favelas, onde vive aproximadamente 20% de sua população. As favelas não se localizam apenas na periferia da cidade, mas situam-se historicamente também dentro dos bairros centrais e mais caros. Seus habitantes participam ativamente do cotidiano e da vida econômica da cidade, desempenhando os mais diversos trabalhos e funções. Profundamente enraizadas na cultura brasileira, seja através do samba, do carnaval ou do funk, as favelas têm também configurações urbanas próprias, que resultam das construções realizadas pelos próprios moradores, e que acabam por se constituir como espaços de fato da cidade.
Apesar disto, o preconceito histórico em relação às favelas, alimentado pelo controle territorial exercido pelo narcotráfico a partir das últimas décadas, faz com que estas e seus habitantes sejam estigmatizados e responsabilizados pelas às mazelas da cidade, numa lógica perversa que ignora que as favelas são justamente o resultado de uma sociedade desigual.
Várias ONGs têm apresentado projetos com intuito de elevação à auto-estima, inclusão social e combate a violência, objetivando inserir a população das favelas na sociedade e no meio cultural, divulgar a arte e cultura da periferia para construção de uma cidadania e contribuir para redução da discriminação e da violência nas favelas.
As atividades destas ONGs baseiam-se, geralmente, na divulgação dos trabalhos de cunho artístico dos moradores das favelas, além de manter projetos de comunicação popular e cultural. Todas as organizações não governamentais possuem o mesmo objetivo e se complementam entre si em busca do mesmo - promover a atividade artística e cultural como forma de construção da cidadania e melhoria da qualidade de vida.
Os artistas das favelas enfrentam barreiras ocasionadas pelo preconceito e estavam desmotivados a seguirem seus trabalhos por serem titulados pela sociedade como marginais. A falta de bens matérias, espaços para ensaios e difícil acesso à mídia era o que mais dificultavam a concretização desses sonhos. A criação de diversas ONGs possibilitou meios para que fossem realizadas diversas manifestações como uma forma de mudar essa atual situação, porém esta condição ainda ocorre em muitas periferias de todo o Brasil.

A MELHOR RESPOSTA
VIDEO NO RITIMO DA INCLUSÃO SOCIAL
A F/Nazca S&S acaba de produzir pela O2 Filmes um vídeo de animação para a campanha institucional da ONG carioca AfroReggae. A criação mostra, de maneira bastante simpática, o resgate e a conquista de meninos da favela pela música. No filme, o muro retrata o preconceito da sociedade, que é quebrado quando a música vem para transformar em elo o que era distância.
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Este post faz parte da Blogagem Coletiva INCLUSÃO SOCIAL, promovida pelo Blog ESTERANÇA.
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Obrigada, Ester. Foi um prazer participar.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Tênue esperança
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A operação de guerra de Israel contra a Faixa de Gaza realimenta a espiral de violência no Oriente Médio. São centenas de mortos e feridos palestinos, muitos
não-combatentes, atingidos por armamento de última geração. A resposta do Hamás,
com mísseis artesanais, matou e feriu israelenses, causando pequenos danos materiais.Desde a retirada de Israel da Faixa de Gaza, em 2005, a área vem sendo submetida a uma asfixia quase permanente. Israel controla as fronteiras terrestre, marítima e aérea. Os palestinos dependem integralmente do fornecimento de água, eletricidade e combustíveis israelenses (que determinam, também, os custos destes insumos). A
movimentação de pessoas e mercadorias é severamente restringida, afetando
duramente a economia local.O resultado é o crescimento da pobreza, do desemprego, da desesperança, da radicalização. Gaza é um dos lugares com maior densidade populacional do planeta, tornando impossível um bombardeio “cirúrgico”, ou seja, que atinja apenas alvos
militares.Até recentemente, vigorou um cessar-fogo entre Israel e o grupo Hamás (prova de
que existe uma interlocução possível, desde que haja vontade política). Seu fim trouxe de volta os mísseis Qassam sobre o sul de Israel.
Todos os países têm o direito e a obrigação de defender seus cidadãos. A pergunta
que se faz é: a destruição maciça de vidas e bens palestinos protegerá os cidadãos de Israel? A História mostra que não.O apoio ao Hamas só tem aumentado com as ações militares israelenses.Cada vez que um prédio, uma rua, um carro, é bombardeado em Gaza, a popularidade dos setores mais intransigentes do grupo se reforça. É uma ilusão perigosa imaginar que, quanto mais se espancarem os palestinos, mais dóceis eles ficarão.
Conforme destacou o historiador Tom Segev, jamais uma operação militar terminou em progresso na direção da paz com os palestinos. Por trás de tudo, uma equação sinistra: mais descrédito para o diálogo é igual a mais oxigênio para as bombas.
Na presente situação, defendemos as mesmas posições tornadas públicas inúmeras vezes:* Não há solução militar para os conflitos entre israelenses e palestinos!
*O terrorismo de grupos ou estados é igualmente execrável. As leis internacionais
condenam com clareza ataques contra alvos civis.*A criação de um Estado palestino laico e democrático, com fronteiras internacionalmente reconhecidas e com todos os direitos e deveres dos Estados modernos, que viva em paz ao lado de Israel, é o caminho possível para dissolver as tensões no Oriente Médio.
O momento exige um imediato cessar-fogo em Gaza, o fim do lançamento de
mísseis, o reinício emergencial da ajuda humanitária para os palestinos e a
construção de mecanismos multilaterais de negociação.
Sem isso, a iniciativa continuará com os que apostam tudo na força das armas.Diretoria da ASA - Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação.





